segunda-feira, 15 de abril de 2013

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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Declaração de Amor a Manaus: “Nós amamos esse lugar”

(Foto e Reportagem: Jornal À Crítica On-Line - Data: 11.07.2011)

A escritora Carmem Novoa Silva conta que os pais, de origem europeia, vieram para Manaus à procura de trabalho e nunca mais voltaram a Orense, na Espanha (Luiz Vasconcelos )

“Aqui tem o pôr do sol mais lindo do planeta, e olha que já viajei para vários países. Amo esse lugar. Frio? Só quero ver neve na Europa”, exclama a psicóloga gaúcha Jaqueline Cembrani. A afirmação da manauense de coração reforça outros depoimentos de migrantes que para cá vieram, adotaram a capital verde como terra natal e nem pensam em voltar para a cidade de origem.
A justificativa é simples: aqui se adaptaram, construíram laços e encontraram formas de rememorar suas referências culturais por meio da gastronomia, da arquitetura ou até mesmo, das condições climáticas.
Carmen Novoa, escritora; Jaqueline Cembrani, psicóloga; e Átila Dênis, advogado, três pessoas com histórias diferentes, mas que afirmam um sentimento em comum: a “paixão” por Manaus.

A PAIXÃO

Membro da Academia Amazonense de Letras (AAL), a escritora Carmen Novoa Silva tem impresso na certidão de batismo a naturalidade manauense, mas cresceu sob a influência da cultura europeia - continente  onde nasceram seus pais Elias e Carmem Nóvoa.
Naturais de Orense, na Espanha, os pais de Carmem, segundo conta, tinham um enorme carinho por Manaus e um compromisso social com a cidade, como uma forma de  agradecer ao povo a acolhida.
“Meu pai decidiu vir para cá porque trabalho, na cidade dele, era muito escasso. Aqui ele batalhou, empreendeu e empregou muitas pessoas. Gostava muito da cidade e nunca pensou em voltar para Orense”, conta Carmem.

‘GRATA SURPRESA’

Já a psicóloga Jaqueline Cembrani, que vive em Manaus há 23 anos, refere-se à sua estada como uma grata surpresa. Ela e o marido chegaram aqui em dezembro de 1987, para passar o natal com o irmão dela, Jaime Sebben, que já estava na idade desde abril do mesmo ano. A iniciativa foi do marido, o médico  Luiz Carlos Cembrani, que ao chegar fez amizades com profissionais da área e enxergou na cidade o campo de pesquisa ideal para a Saúde, que estudava.
“Ele simplesmente disse, ‘não vou mais voltar’ e estamos aqui até hoje”, conta Jaqueline. Transferido de São Paulo para cá pela empresa Sânio, do Pólo Industrial de Manaus, o advogado Átila Dênis reforça a importância que a cidade teve em sua vida, como uma terra de oportunidades. “De São Paulo, só lembro de meus pais, da comida e do Palmeiras”, brinca.

Fonte: http://acritica.uol.com.br/manaus/Amazonas-Amazonia-Declaracao-Amor-Manaus-amamos_0_518348410.html

domingo, 24 de março de 2013

Águas do Amazonas Continua Indignando manauenses

(Fonte: acritica.com)

Adutora rompe novamente na Zona Oeste de Manaus

Segundo noticiado pelo Jornal À Crítica-on line de hoje (24.03.2013), "o rompimento aconteceu na noite deste sábado (23), onde a mesma adutora já havia rompido em janeiro deste ano. Na manhã deste domingo (24) os funcionários fizeram o trabalho de reaterro e recapeamento asfaltico".

"Na noite deste sábado (23) uma adutora localizada na Rua das Flores, bairro Compensa 2, Zona Oeste de Manaus, rompeu novamente, após cerca de dois meses. A informação foi confirmada pelo presidente da Manaus Ambiental, Alexandre Bianchini.
"O que houve foi uma nova queda de energia e que acabou ocasionando o rompimento da adutora. Equipes da concessionária foram direcionadas ao local do ocorrido", disse Bianchini ainda na noite de sábado (23).
De acordo com a assessoria da Manaus Ambiental, o trabalho dos funcionários da empresa terminou por volta de 5h da manhã deste domingo (24) e o sistema de distribuição já voltou a operar, abastecendo quase 90% das áreas que ficaram sem água por conta com rompimento da adutora.
Ainda segundo a assessoria, no momento do acidente algumas casas foram invadidas pela água e Manaus Ambiental vai fazer o levantamento de dados para fazer o ressarcimento dessas famílias.
Na manhã deste domingo (24) os funcionários fizeram o trabalho de reaterro e recapeamento asfaltico.
No mesmo local
No dia 15 de janeiro, uma adutora com capacidade de 800 milímetros rompeu no início da manhã, deixando rastro de destruição no local.
Casas e carros foram atingidos pela água, entulhos foram parar dentro das residências e o asfalto da via cedeu. Três veículos foram arrastados pela ladeira da rua Matos Areosa até parar em frente as residências".